Desenvolvimento anuncia que a fila do Bolsa Família foi zerada pela sexta vez

O Ministério do Desenvolvimento Social revelou mais uma vez que a fila de espera de famílias que solicitaram a adesão ao Bolsa Família foi zerada no mês de novembro. Segundo o ministério, atualmente a lista de beneficiários do programa chegou a um total de 123,6 milhões de famílias. Os benefícios já somam mais de R$ 2,4 bilhões que deverão ser distribuídos aos participantes do programa.

A fila de espera das famílias que aguardavam para entrar no programa foi zerada pela sexta vez neste ano. O programa passou a beneficiar outras 377 mil famílias que aguardavam na lista de espera. Os benefícios para o mês de novembro começaram a ser entregues desde o dia 17 de novembro, onde o valor das parcelas para o início do pagamento foi cerca de R$ 179,89.

O ministério informou que a lista foi zerada novamente por causa dos esforços realizados pelo Governo do Brasil. Neste ano, o governo federal reforçou diversas ferramentas já existentes de fiscalização para que os benefícios atendesse exclusivamente às famílias que necessitam. O governo explicou que isso só foi possível por causa das informações cruzadas junto ao Cadastro Único, que garante as informações fornecidas por diversos programas sociais do governo federal.

O primeiro registro de que a fila tinha sido zerada neste ano ocorreu no mês de janeiro. Este registro também entrou para a história como o primeiro desde a criação do programa. Ao decorrer do ano, a fila foi zerada outras cinco vezes, sendo elas no mês de fevereiro, de agosto, de setembro, de outubro e agora em novembro.

A intenção do governo federal é de que a fila permaneça zerada e que todas as famílias que realmente necessitem do programa recebam o benefício até poderem se reerguer sem a ajuda do benefício. O governo ainda disse que os recursos que serão economizados com famílias que recebiam o benefício sem a necessidade será destinado a uma parcela da população que vive atualmente em uma situação de vulnerabilidade.

Neste ano, o governo investigou diversos beneficiários de outros programas sociais do país e realizou cortes de benefícios que eram concedidos a pessoas que não precisavam dos benefícios. A intenção do governo é economizar com despesas e conceder esses valores para pessoas que precisam.

 

Venda de imóveis é impulsionada por corte de juros e retomada da economia

O mercado imobiliário do país já sentiu os reflexos positivos causados pela reação da economia e do corte de juros que ocorreram neste ano. As vendas de imóveis no país já somaram um total de 45.267 unidades no acumulado de janeiro a agosto deste ano. Esse número representa um aumento de 25,5% em relação ao mesmo período de 2016, segundo os dados informados pela Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias.

Somente na capital paulista, o acumulado dos meses de janeiro a agosto deste ano já registrou um total de 10.991 imóveis vendidos, o que representa uma alta de 20,8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o setor vendeu um total de 9.100 unidades. Os dados divulgados são do Secovi-SP – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo.

O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, disse sobre o aumento de vendas: “O mercado vem ensaiando uma recuperação, embora gradual e lenta”.

Os especialistas do órgão avaliam que a política de queda de juros entre outros fatores da economia contribuíram para que as vendas de imóveis fossem retomadas neste ano. Neste ano no mês de outubro, o Banco Central aprovou mais um corte para a taxa Selic, que passou a operar em 7,5%. Ainda neste ano, há estimativas de que a taxa possa alcançar um número de 7% ao final de dezembro, o que deverá contribuir ainda mais para as vendas de imóveis em todo o país.

O banco Bradesco informou que a cada corte de apenas 1 ponto percentual sobre a taxa básica de juros, a renda mínima que é exigida pelo financiamento imobiliário é reduzida. Essa redução faz com que mais famílias possam se eleger a financiamentos imobiliários de até R$ 200 mil.

Além disso, algumas instituições financeiras do país apresentaram um número maior de concessão de crédito imobiliário no mês de setembro. Esses dados somados aos que já vem sendo observados desde o início do ano, contribuirão para um número maior de vendas de imóveis até o final do ano, em uma comparação com 2016. Os economistas avaliam que dentre as regiões do país, o estado de São Paulo deverá liderar as vendas de imóveis. Já o estado do Rio de Janeiro, ainda tem passado por dificuldades no setor imobiliário.