Indústria siderúrgica espera alta de 18% na receita de exportações para 2018

A indústria siderúrgica brasileira espera fechar 2018 com um aumento de mais de 18% na receita com exportações, de acordo com o Instituto Aço Brasil, representante das companhias do ramo. A boa notícia, em termos de economia, foi motivada principalmente pelo aumento do preço do aço e pelas disputas econômicas no cenário internacional. No entanto, a expectativa sobre o volume das vendas para este ano é mais pessimista, com a previsão de uma queda significativa de 0,06%.

Depois das medidas impostas pela maior economia mundial, os Estados Unidos, e com a tendência de alguns países ao protecionismo ao aço, o setor siderúrgico nacional baixou suas expectativas, mantendo-se atualmente mais cauteloso. A previsão anterior da associação, anunciada no mês de abril (após as primeiras medidas impostas pelos americanos), esperava uma elevação no volume de vendas de exportação de 10% para este ano. Em termos de receita, a expectativa dos analistas do setor era de um crescimento significativo de 27,7%.

Junto com Argentina e Coréia do Sul, o Brasil foi um dos poucos países que se salvou dos encargos sobre o produto (com tarifas de 25%), conseguindo se enquadrar no regime de cotas. Por isso, a previsão atual é de um índice de vendas estável dos semi acabados, de acordo com as médias verificadas nos períodos de 2015 e 2017. Em relação aos demais produtos, a tendência, segundo os especialistas, é de uma baixa significativa de 30% nas vendas.

Mesmo com as condições mais rígidas de negociação, a indústria siderúrgica brasileira mostrou, no primeiro semestre deste ano, um crescimento de 10% no volume de vendas aos Estados Unidos. Já o índice da receita das exportações, no mesmo período do levantamento, foi de 32,5%.

Vale lembrar, porém, que o país está submetido às cotas, fato que pode limitar o resultado anual da indústria. Em relação aos produtos semi acabados, o registro apontou uma redução de 7,7% nas vendas aos Estados Unidos, comparado ao desempenho de 2017. Tal fato, para os especialistas, é preocupante: o produto representa cerca de 80% das vendas totais do setor.

Empresário de semijoias fatura mais de R$ 12 milhões

A partir do exemplo do irmão, o empresário Marcos Pertile viu que poderia obter uma oportunidade de ascender financeiramente. Em seu início no mercado de trabalho, ele trabalhava para uma empresa na área de mecânica, pois havia feito um curso durante a adolescência.

Após 27 anos depois que iniciou a fabricar semijoias por conta própria, o empresário obteve sucesso com uma sociedade com o Mapa da Mina, o faturamento total foi de R$ 12 milhões em 2016.

Depois de perceber que o irmão obteve sucesso depois de trabalhar por conta própria, surgiu a ideia de iniciar uma atividade empreendedoraPertile foi ensinado pelo seu irmão a produzir as semijoias e a partir de então passou a usar o espaço da empresa para produzir suas joias depois do expediente. O horário em que produzia as peças era durante a noite, quando terminava o seu trabalho durante o dia.

Quando Pertile se habituou com o novo trabalho decidiu pedir demissão de seu antigo emprego e investir no ramo de semijoias. O primeiro lugar que trabalhou com o novo negócio foi em um local improvisado na garagem da casa dos pais. Toda a produção era feita por conta própria, desde a parte de soldagem até a montagem das peças.

A venda das peças que produzia não era feita para o consumidor final e sim para empresas que banhavam os seus produtos em ouro. Aos poucos as oportunidades de negócios foram aparecendo o que aumentou as chances de sucesso dessa atividade. A parte do banho de ouro passou a ser realizada pela empresa de Pertile, depois a fundição também passou a fazer parte das tarefas e assim distribuiu no mercado peças mais sofisticadas.

Foi no ano de 2013 que o negócio deu um grande salto quando o fundador da empresa Mapa da Mina, Jamil Machado, o convidou para ser seu sócio no ramo de varejo. O objetivo era conseguir mais produção para as peças que comercializava através da empresa de Pertile.

O sucesso então foi imediato. A partir de então a empresa passou a distribuir muitas de suas peças, pois recebia uma demanda maior. Então foi aí que a empresa expandiu o seu negócio para a área de franquias.

 

Anac divulga quais as empresas aéreas com mais reclamações

Segundo uma pesquisa divulgada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), as companhias aéreas do Brasil que mais receberam reclamações em 2017 foram a Latam e a Azul.

Segundo divulgou a Anac, as duas empresas empataram em primeiro lugar com maiores números de reclamações, porque o levantamento registra o número queixas a cada 100 mil clientes que viajaram pela companhia. A Latam recebeu 5.479 reclamações e transportou 30,5 milhões de passageiros, durante todo o ano passado. A Azul recebeu 3.478 reclamações e transportou 19,6 milhões em 2017.

A terceira empresa com o maior número de queixas foi a Avianca, com 1.179 reclamações. A Gol ficou com a quarta posição, com 2.178 queixas. Apesar da Avianca ter menos reclamações que a Gol, o seu índice foi de 12 queixas para cada 100 mil passageiros e o da Gol, foi de 7 queixas para a mesma quantidade de clientes transportados. Em 2017, a empresa Avianca levou cerca de 9,8 milhões de passageiros e a Gol, cerca de 29,2 milhões.

A Latam declarou em nota, que procura sempre prestar o melhor atendimento aos seus passageiros, atendendo todas as determinações da atual legislação.

A empresa aérea Azul divulgou que procura atender os seus clientes da melhor forma, apresentando serviços com qualidade, prontidão, competência e especialmente com segurança. A empresa ainda afirma que trabalha para aprimorar ainda mais os seus serviços, produtos e a experiência dos seus passageiros.

A Avianca também informou que procura trabalhar para melhorar cada vez mais os serviços prestados aos seus clientes, e que isso se refletiu na pesquisa da Anac sobre os índices de satisfação dos clientes, onde a Avianca conseguiu as melhores pontuações.

A empresa aérea Gol declarou que busca sempre o melhor serviço operacional para os seus passageiros, trabalhando sempre para melhorar o seu serviço em solo e em voos, além de todos os funcionários que trabalham no relacionamento com os clientes da empresa, para tornar cada vez melhor a experiência do seu passageiro.

Segundo a Anac, essa pesquisa sobre os clientes das empresas aéreas foi realizada pela primeira vez, sendo baseada nas reclamações feitas pelo portal. Mas de acordo com a agência, esses dados vão passar a ser divulgados a cada trimestre.